Materiais médico-hospitalares rastreados por número de série.
Distribuidor de dispositivos médicos e termolábeis opera com requisitos próprios: rastreabilidade individual por número de série, classe de risco I-IV, GTIN-DI (UDI), Termo de Garantia, cadeia de frio e licitação hospitalar. O K-SINFI cobre o vertical sem add-ons — e atende o cenário misto (medicamento + material) que é maioria das distribuidoras brasileiras.
Dispositivos médicos e termolábeis exigem regra própria — e o K-SINFI traz essa regra de fábrica.
O sintoma típico
Dispositivos médicos, termolábeis e licitação hospitalar — em arquitetura nativa.
Rastreabilidade por número de série
Cada dispositivo identificado individualmente — recebimento, comodato, devolução, faturamento, todo o ciclo capturado.
Cadeia de frio nativa
Controle de temperatura por etapa (armazém, transporte, recebimento) com alerta de excursão térmica. RDC 430 em arquitetura.
Comodato hospitalar
Controle de bandejas, kits e instrumentais em comodato com hospitais. Conferência mobile no centro cirúrgico.
Faturamento por procedimento
Para dispositivos médicos: vinculação ao código SUS / ANS, faturamento por uso, devolução do não consumido.
Cadastro por classe de risco I-IV
Cada produto cadastrado com classe (I, II, III, IV) e regime ANVISA (notificação ou registro). Classe IV ganha número de série único, vinculação ao paciente e Termo de Garantia automático no faturamento.
Operação mista farma + material médico
O mesmo sistema trata medicamento (RDC 304, Transmissão ANVISA, Portaria 344) e material médico-hospitalar (RDC 16, classes de risco, GTIN-DI). Cadastro de produto separa as regras; fluxo de recebimento e expedição adapta o rigor por categoria.
Dispositivos médicos e termolábeis no sistema certo.
Demonstração com cenário de distribuidor médico-hospitalar ou misto (farma + material) similar ao seu — não slide genérico.